sexta-feira, 1 de maio de 2009

Primeiro Capitulo parte 2

NOVO ALUNO parte 2

Ana e Roberta conversarão muito até chegar à festa onde encontrariam seus amigos e colegas. Ana por sua vez não ligava muito para o resto das pessoas, estava procurando Junior.
Já era mais que dez da noite e ele ainda não havia chego, até pensou que ele não viria mas ele chegou, Ana ficou muito feliz com isso até ver que ele estava acompanhado de outra garota segurando a sua mão. Foi neste momento que percebeu que ela uma simples garota não tinha chance alguma com um cara mais velho que ela. Junior estava com uma garota muito mais bonita que ela. Para Ana e festa acabou.
-Roberta eu vou pra casa. – falou Ana.
-Por que garota a festa só está começando... – Roberta olha pro lado e vê a mesma cena que Ana vê – Hum entendo, mas fique assim mesmo eu levo você depois.
-Não eu prefiro ir logo para não ficar muito tarde eu trouxe dinheiro para o casa de me cansar e ir de ônibus pra casa mas mesmo assim obrigado. Até segunda. – Ana saiu sem esperar a resposta de sua amiga.
Saiu rápido da festa somente pra não ver Junior de novo. Foi rápido até o ponto, por sorte (ou azar) acabara de chegar seu ônibus. – Preciso ser forte – pensou. Desta vez conseguiu ficar sentada a viajem toda até seu ponto de costume em frente da viela mal iluminada. Começou a passar por ela não se importando se era perigoso ou não pra ela não tinha sentido se ocorre se algo ou não.
-Boa noite minha linda.
Ana ouviu algo na noite algo que sabia não ser nada bom.
-Não vai responder não linda. – A voz fala novamente.
Ana fica cada vez mais com medo e apresa pra chegar logo em casa mesmo sabendo que estava sendo perseguida por alguém. Na metade do caminho é abordada pelo sujeito. Um homem de estatura media com pele não muito escura, cabelos sujos e bagunçados e um rosto de quem já tivera feito muitas vezes, segurava um trinta e oito na frente dela o que a deixou ainda mais com medo, sabia que iria morrer, não poderia fazer nada.
-Passe tudo o que você tem de valor minha linda que eu não irei fazer nada contigo.
Ana se apresou e entregou tudo, mas ele não queria só isso, pois logo veio mais perto dela.
-Você sabe o que eu irei fazer com você agora não sabe? Então não grite se não eu lhe mato aqui e agora.
Vou ser estuprada. – Pensa Ana.
-Com licença. – Uma terceira pessoa está passando por ali e vendo o que está ocorrendo com muita curiosidade e raiva o ladrão se vira com a arma na direção da pessoa que está atrapalhado seu “trabalho”.
A arma do sujeito é cortada ao meio perto dos dedos fazendo largar tudo o que segurava com medo o ladrão cai no chão com muito medo.
-O que é você e o que quer comigo?
Um sujeito de porte alto e pele branca vestindo uma roupa negra segurava uma espada longa e prateada com seu cabo todo adornado por pedras que Ana não reconhecia. As partes de seu corpo que estava à mostra tinham escritas desconhecidas talvez latim. Seu rosto era um pouco mais comprido do que o de outras pessoas que conhecera e completamente diferente que o normal. Apesar do lugar que estava mostrava serenidade e pureza Ana sabia que estava ajudando.
-Acho que você terminou seu “trabalho” meu amigo. - Falou calmo e paciente – Vá embora antes que eu resolva lhe matar em frente desta moça.
Ao falar isso a voz apesar de parecer calma e tranqüila mostrava ser fria e mortal para o sujeito que saiu na mesma hora com muito medo do que poderia ocorrer ali.
-Você está bem?
Ana sem palavras não encontra as palavras de imediato, mas no final de um minuto mais ou menos responde.
-Estou.
Ouvindo isso o ser que veio da noite retornou para ela. Simples e pleno como se nada tivesse ocorrido nesta noite. Com suas mãos nuas ao frio vento da noite diz um simples. –Adeus.
Mas pêra ai cadê sua arma prateada pensa Ana e quando vai perguntar ele não estava mais lá sugado pelas sombras da noite. – Que bom que acabou. – Pensou. Mas como todos sabem a noite ainda não terminou e terminará somente na casa de nossa personagem quando abraçar sua mãe e continuar a ter uma vida simples... Será???

Primeiro capitulo parte 1

NOVO ALUNO

Ana Hustom era uma jovem normal, magra, estatura mediana e cursava a oitava série. Seus olhos eram castanhos e seu cabelo curto até os ombros. Estava em sua aula de matemática a qual odiava por nunca ser boa, mas português ela adorava.
- Muito bem classe, quero que resolvam os exercícios das paginas noventa e sete até... – seu professor Marcelo Morais ele não era bem o que agente podia chamar de gênio mas, sabia passar sua matéria - ... a pagina noventa e nove para a próxima aula.
Finalmente. Pensou, o bom é que era sexta feira e poderia curtir o final de semana sair com os amigos e a festa esta noite iria fazer esquecer os problemas.
Como de costume foi pegar o ônibus perto do colégio. Estava indo só mas sua amiga Roberta Silva -não poderia chamar assim de amiga, por que tinha dois anos a mais que Ana e já fizera entrar em algumas encrencas no colégio- veio atrás.
-Ana... Ana...
-Que foi. -virando as presas.
-Está ansiosa para festa?
-Bastante, mas realmente não sei o que vestir.
Roberta pensa um pouco quando responde.
-Vai pra minha casa agora à tarde posso emprestas alguma roupa assim nós vamos juntas para casa do Silvinho.
-Certo.
-Tenho uma boa noticia para você, Junior vai estar lá, quem sabe hoje você não confessa gostar dele?
-Nunca se sabe o que pode ocorrer. Tenho que ir meu ônibus está vindo.
Quando termina de falar o ônibus para em sua frente. Entra meio apresada se despedindo de sua amiga.
Ao entrar no ônibus e passar pela catraca viu que os lugares estavam ocupados fazendo assim ficar em pé. Começou a pensar no garoto que ela gostava o Junior, pra falar a verdade Junior era só apelido por ser um pouco mais baixo do que os outros, mas era muito esperto fazendo ser o líder da sala do terceiro ano seu verdadeiro nome era Afonso Gama parecia ser mais novo do que era tinha 18 mas aparentava ter 16, era famoso com as garotas mas todos sabiam que ele não gostava de nenhuma garota do colégio se não todas elas saberiam .
À volta para casa foi tranqüila desceu no mesmo ponto que descia e passou pela mesma viela que sempre era mal iluminada o que fazia muita gente ficar com medo de passar a noite ali, mas Ana nunca soube de alguma coisa que ocorrera ali.
Chegou em sua casa não muito grande somente sala, dois quartos, cozinha, um banheiro e lavanderia. Sua mãe estava terminando o almoço quando ouviu sua filha chegar.
-Bom dia minha filha como foi sua aula. –Sua mãe já tinha certa idade e trabalhava em casa por ter problema em suas costas vestia um chale marrom uma saia velha e chinelo, seus olhos eram profundos do cansaço, mas vivos.
-Bom dia minha mãe.
-Por que você não me acordou? Atrasei o trabalho aqui em casa por causa disso.
-Desculpe, mas achei que você estava cansada e resolvi deixar você dormir um pouco mais.
Sua mãe parou com o serviço e foi até a filha para abraçá-la.
–Eu de amo minha filha por isso preciso que me acorde mais cedo para você poder estudar a tarde.
-Certo mãe...
-Mas hoje você vai me ajudar em casa.
-Não posso vou pra casa da Roberta para ela me ajudar com uma roupa para irmos à festa na casa do Silvinho.
-Desculpe, mas preciso de sua ajuda aqui. Pode me chamar de má ou de qualquer outra coisa, mas preciso de sua ajuda para arrumar a casa. E não pense em discutir viu mocinha.
Arrasada com isso Ana simplesmente responde balançando a cabeça e em seguida indo para mesa almoçar.
A tarde foi longa para ela, por não querer ajudar sua mãe, mas ajudou. Era umas cinco horas quando terminou de arrumar toda a casa indo logo tomar um banho estando muito ansiosa para a festa, enquanto estava se arrumando sua mãe entra no quarto.
-Gostaria que você não ficasse com raiva de mim por isso fui comprar um vestidinho novo para minha princesa.
Estendeu sua mão com um vestido rosa ainda na embalagem, Ana pegou as presas e colocou para ver como ficava.
-Ficou ótimo –Falou sua mãe – Se pelo menos seu pai estivesse aqui sentiria orgulho de ver como sua filha cresceu e ficou linda.
Sua mãe saiu do quarto muito triste. -Preciso falar algo. – pensou Ana.
Saiu do quarto em direção ao de sua mãe batendo na porta quando chegou.
-Mãe?
-Entre Ana.
Entrou com um sorriso. –Me desculpe por parecer fazer as coisas de má fé hoje...– Mas parou assim que entrou vendo sua mãe chorando no retrato do seu falecido pai.
Vendo isso foi até sua mãe e a abraçou bem forte e começou a chorar também.
-Mas pare com isso ele morreu já faz dois anos nos temos que continuar e ser forte.
-Mãe obrigada por ainda estar aqui.
-Vamos, eu lhe ajudo com a maquiagem.
Ana olha pra sua mãe a mesma mulher forte de antes.
-Certo.
Elas levarão mais algum tempo fazendo a maquiagem mas conseguiram terminar antes das seis horas quando Ana ligou para Roberta avisando o que ocorrerá e pedindo carona para sua amiga.
Quinze minutos se passaram até ela chegar.
-Tchau mãe. –gritou Ana.
Mal sabia nossa personagem que talvez seria a ultima vez que falaria com sua mãe.